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Menina pequena que ama Starbucks e qualquer coisa que inclua letras. Lê para viver e escreve para respirar. Não sabe andar de bicicleta mas sabe fazer origamis. Vícios incluem Harry Potter, maquiagem, finais felizes e livrarias.
 
 

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21/07/2009 às 23h14

... em balanços

*O primeiro paragráfo deste post, na verdade, é um pedaço de um e-mail que enviei para um grande amigo. Desculpe ter abandonado o blog - prometo melhorar nisso!* 

Até hoje meu brinquedo favorito em parque são os balanços. Nunca, desde pequena, consigo soltar uma das mãos. No entanto, sempre gostei de ir o mais alto que podia. Acho que eu sempre quis voar de mãos dadas com algo; peguei-me pensando nisso em vários momentos essa semana, inclusive acho que tem algo atrás desse pensamento que eu mesma ainda não consegui enxergar. Sabe aquela estatua grega onde a mulher não tem cabeça, mas tem asas? Acho que ainda não perdi a cabeça o suficiente para ganhar as asas; ainda preciso me segurar.

 

Um dia, acho que talvez eu solte uma das mãos. Ou consiga pular do alto do balanço, como algumas crianças fazem. Duvido da ultima parte, mas sinto que a primeira vai chegar – talvez mais rápido do que eu estou prevendo. No fundo, percebo que asas vem de fé e sentimentos e que a cabeça vem da lógica e emoções; sim, juntas.

 

Uma vez, com uma pessoa, eu consegui só ter fé e sentimentos – mas não tinha nada para me segurar no balanço. Eu cai, e acho que foi esse meu medo desde pequena. Hoje eu voltei para o brinquedo, para esse jogo de dar o impulso para chegar mais alto, alcançar os céus. A próxima vez que eu conseguir ter asas, eu sei que vai ser com alguém que vai criar asas ao meu lado para poder soltar as cordas; e poder esquecer quando nada me segurou.

 



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